A Celero Automação Financeira, startup fundada por João Henrique Tosin e João Augusto Betenheuzer, egressos do Curso de Administração do UNICURITBA, acaba de ser selecionada para participar do programa Immersion, do Google for Startups, em outubro e novembro de 2019.

Entre quase 320 empresas inscritas, somente 10 foram aprovadas. Além disso, é a primeira vez que uma startup de fora de São Paulo é escolhida.

O programa é uma iniciativa do Google para empresas em fase de crescimento. Com duração de nove semanas, e dois encontros presenciais por semana, fundadores e C-levels de startups têm acesso aos conteúdos estruturados, workshops e mentorias personalizadas, com foco em três áreas de expertise do Google: desenvolvimento de produto, aquisição de clientes e gestão & cultura.

“Basicamente estamos em contato com os responsáveis por todas as grandes estratégias do Google, além de profissionais que já são acelerados pela empresa. A finalidade é melhorar nossa experiência do usuário, práticas internas, entre outros detalhes, para tornar nossa startup ainda maior e melhor. Para nós, é muito gratificante participar dessa experiência”, detalha Tosin.

Celero no presente
A Celero é uma plataforma de gestão e automação de processos financeiros para pequenas e médias empresas prestadoras de serviço.

João Tosin conta que a empresa nasceu de um projeto da Graduação, na disciplina Administração Estratégica. “Todas as influências e apoio dos professores foram fundamentais! O incentivo além da sala de aula nos deu toda a confiança que precisávamos para dar os primeiros passos”.

Celero no futuro
O objetivo da Celero é ajudar as milhões de empresas que vão à falência todos os anos por não saberem como gerir o próprio dinheiro. “Queremos gerar esse impacto! Salvar empresas, ajudar a gerar empregos, apoiar o empreendedor! Acreditamos que assim conseguimos colaborar para a melhoria da vida e das comunidades em que essas pessoas estão inseridas. Ninguém reflete a respeito do impacto de uma empresa bem gerida, e é nesse fator de mudança que nós acreditamos”, conclui Tosin.