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Mesmo após toda a revolução feminina, no mercado atual, ainda existem setores dominados pelo sexo masculino, como a área de T.I., por exemplo. E para promover a igualdade de gênero na área de tecnologia, o Curso de Análise e Desenvolvimento do UNICURITIBA criou o ADS Girls. A primeira edição do evento aconteceu no último sábado do mês de setembro, dia 30.

A proposta do ADS Girls é trazer mulheres inseridas no mercado de trabalho para compartilhar suas experiências com as alunas do curso. Para a estreia, as convidadas foram as meninas da Tech Ladies, uma rede que conecta, ensina e empodera mulheres por meio da tecnologia.

De acordo com Vanessa Romankiv, fundadora da Tech Ladies, o número de mulheres que desistem da área ou dos cursos de tecnologia é muito alto. Por isso, a importância de trazer esse tema para o universo acadêmico. “Isso é resultante de diversos fatores, como a percepção dessas mulheres por serem a minoria, ou em outros casos, devido às dificuldades de expressão, muitas vezes decorrentes de medo, que as impedem muitas vezes de perguntar, ou tirar dúvidas em uma sala de aula”, explica.

Diversos assuntos pertinentes foram levantados durante o 1º ADS Girls. “Nós abordamos basicamente o empoderamento, mostrando o que estamos fazendo como rede e o que pretendemos desenvolver. Além disso, apresentamos nosso trabalho na área de tecnologia e como chegamos onde estamos hoje, como profissionais, pessoas e rede”, detalha Vanessa.

As alunas do curso ficaram muito felizes com a iniciativa. Chayana Michaella Gomes Nogueira disse que o encontro foi muito produtivo. “Achei interessante entrar em contato com mulheres que já estão inseridas no mercado de trabalho. Elas falaram sobre a construção de suas carreiras e superação de preconceito na trajetória profissional. Queremos que o programa continue, pois é uma forma de incentivar as meninas do curso”, conta.

Ainda de acordo com Vanessa, o empoderamento trabalhado com as alunas foi no sentido de mostrar que além de conquistar o espaço feminino na área, a rede oferece ferramentas (encontros, workshops, minicursos, eventos, projetos) para que cada uma conheça, atue e se aprofunde na área. “Pois mais do que mostrar que todas podemos trilhar o caminho, queremos mostrar como cada uma pode trilhar o seu, desenvolvendo-se junto com a rede”, conclui.